Revitalização da Ala Amarela do Hospital Emílio Carlos evolui 20% em um mês

Trabalhos contemplam reforma de quartos, sanitários e do Posto de Enfermagem

Revitalização da Ala Amarela do Hospital Emílio Carlos evolui 20% em um mês

Foto: DIVULGAÇÃO/FPA - Obra segue com a construção de paredes, instalação de batentes, tubulações hidráulicas e elétricas

Guilherme Gandini
Editor-Chefe

A reforma da Ala Amarela do Hospital Emílio Carlos, a C3 Ímpar, avançou 20%. Já foram feitas demolições de piso, paredes, rede elétrica e hidráulica e retirada de portas e entulho. No momento, a obra segue com a construção de paredes, instalação de batentes, tubulações hidráulicas e elétricas.

De acordo com a Fundação Padre Albino, na próxima etapa será instalada a rede de gás medicinal, piso, novas redes elétrica e hidráulica, e também a pintura.

Os trabalhos contemplam reforma de quartos, sanitários e do Posto de Enfermagem. Neste, está sendo feita a ampliação do espaço, substituição de toda a rede elétrica, portas, batentes e pisos, além de nova pintura. As obras são conduzidas pela RAC Construtora e Serviços.

O espaço será reestruturado para se tornar uma ala específica para atendimento de doenças respiratórias, como o caso do novo coronavírus.

O projeto teve início no mês de julho, com orçamento de R$ 1,3 milhão, e está sendo feito em parceria com a Associação de Assistência ao Hospital Emílio Carlos (AEC) que, junto a empresas e famílias de Catanduva e região, arrecadou R$ 450 mil. O restante será injetado pela própria Fundação. A finalização está prevista para dezembro.

“Essa reforma teria os mesmos moldes das alas já reformadas, mas, conforme a nova demanda apontada pela Fundação Padre Albino de ter dentro do Hospital Emílio Carlos uma ala específica para atendimento de doenças respiratórias, foi necessário alterar o projeto, construir mais banheiros, deixar apenas dois leitos por quarto, entre outras alterações”, explica Marcelo Gimenes, presidente da AEC.

A associação, em parceria com a Fundação, já reformou as Alas Branca (2015) e Roxa (2019) do Hospital Emílio Carlos.