• Daniele Jammal

Mais de 40 mil veículos não têm seguro em Catanduva

Durante a pandemia, cresceu a procura por seguros de vida e de residências

Foto: DIVULGAÇÃO - Preço médio para veículos populares gira em torno de R$ 1.200 a R$ 1.300


Guilherme Gandini

Editor-Chefe

O mercado de seguros tem grande margem de crescimento. De acordo com estatísticas nacionais, da frota calculada em 57 mil veículos em circulação em Catanduva, mais de 40 mil não são segurados. Entre as residências, são pelo menos 20 mil imóveis sem qualquer proteção. Os dados foram revelados pelo diretor territorial da Mapfre Seguros, Marcos Ferreira.

O profissional diz que, pelo histórico e a cultura do povo brasileiro, as pessoas tendem a procurar a seguradora apenas depois que algum sinistro ocorreu, para evitar reviver experiências negativas no futuro. “A população não costuma se prevenir, mas isso é muito importante principalmente em períodos em que a economia está muito instável”, comenta.

O mercado local tem como destaque, na ordem, os seguros de automóveis, de residência e de vida, além de uma carteira significativa da área rural. O preço médio para veículos populares gira em torno de R$ 1.200 a R$ 1.300, o que inclui danos pessoais e materiais a terceiro, além das assistências. Já o seguro residencial custa em torno de R$ 400 com todas as coberturas.

“As pessoas pensam que seguro residencial é mais caro que o de automóvel. Na verdade não, por um valor pequeno você consegue ter coberturas de risco e de assistência”, desmistifica.

Ferreira afirma ainda que, durante a pandemia, cresceu a procura por seguros de vida e de residências – sobretudo com uso mais frequente das assistências residenciais, como serviços de chaveiro, eletricista e encanador. “O seguro pode evitar perdas catastróficas, não só do seu bem, mas também quando há danos a terceiros que você seja responsável em reparar.”


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