• Daniele Jammal

Fontes luminosas que consumiram mais de R$ 600 mil continuam abandonadas

Três equipamentos estão inoperantes sem receber qualquer tipo de melhoria

Foto: O REGIONAL - Três fontes construídas em 2014 estão vazias e se deteriorando ao sol

Guilherme Gandini

Editor-Chefe

As três fontes construídas durante a gestão do ex-prefeito Geraldo Vinholi (PSDB) continuam inoperantes. As estruturas custaram mais de R$ 600 mil para os cofres públicos em contratos firmados com a empresa Acqua Chafarizes e Fontes Luminosas, no ano de 2014.

De lá para cá, foram poucos os períodos que os três equipamentos funcionaram de forma contínua. Durante a gestão dos prefeitos Afonso Macchione Neto e Marta do Espirito Santo Lopes (MDB), foram vários registros de problemas, levando ao desligamento completo.

Com quase oito meses completos de mandato, o prefeito Padre Osvaldo (PSDB) não fez qualquer melhoria nos monumentos. As três fontes continuam vazias e se deteriorando. A situação também é vista na histórica fonte da Praça da República e no espelho d’água da Praça 9 de Julho.

A reportagem de O Regional percorreu todos os pontos nesta terça-feira, dia 24, questionou a Prefeitura porque as fontes continuam desligadas, se elas apresentam problemas e se há previsão para reativação e/ou reforma. Não houve resposta até o fechamento desta edição.

Na avenida Com. Antônio Stocco, principal entrada da cidade, a fonte luminosa tem capacidade para 40 mil litros de água e possui sistema de reaproveitamento. São cerca de 100 refletores que mudam de cores conforme a mudança de intensidade e volume das águas.

Na inauguração, em 26 de junho de 2014, Vinholi enalteceu o novo “monumento” e afirmou que ele poderia fomentar o aspecto turístico do município.

No dia seguinte, 27 de junho, foi a vez da inauguração da fonte da rua 7 de Setembro, no cruzamento com a alameda Barcelona, que possui capacidade para 25 mil litros de água. Já a fonte luminosa construída próximo à UPA, de mesmo porte, foi entregue no dia 11 de julho.


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