Termina o revezamento de alunos nas escolas estaduais e municipais de Catanduva

Medida foi anunciada pelo governo estadual em outubro diante do avanço da vacinação

Termina o revezamento de alunos nas escolas estaduais e municipais de Catanduva

Foto: DIVULGAÇÃO - Distanciamento entre alunos não será mais obrigatório

Da Reportagem Local
Publicado em 04/11/2021

Desde ontem, dia 3 de novembro, passou a ser obrigatória a presença sem revezamento de todos os alunos das escolas das redes estadual, municipais e privada vinculadas ao Conselho Estadual de Educação de São Paulo. Também não é mais obrigatório o distanciamento de um metro entre os estudantes.

A medida, anunciada pelo governo estadual em outubro, vai ampliar em 100% o acesso e a frequência dos alunos da educação básica à unidade escolar.

Segundo o governo estadual, a imunização de 97% dos profissionais da educação, com esquema vacinal completo, garante maior segurança para a retomada por completo das aulas. Além disso, 90% dos adolescentes de 12 a 17 anos já tomaram a primeira dose da vacina contra a covid-19.

“A educação precisa ser prioridade da sociedade. Fizemos todos os investimentos necessários para o cumprimento dos protocolos, e essa volta tem total respaldo do Comitê Científico do estado”, destacou o secretário da Educação, Rossieli Soares.

A retomada das aulas presenciais com 100% da capacidade também foi concretizada ontem pela Prefeitura de Catanduva. O decreto municipal que fixava limite de 50% dos alunos em sala, espaçamento de um metro entre as carteiras e revezamento diário era válido até 31 de outubro.

“Vale ressaltar que todo avanço relacionado ao retorno das atividades presenciais da Secretaria Municipal de Educação, é acompanhado pelos indicadores da covid-19, monitorados pela Secretaria de Saúde”, afirmou a Prefeitura, em nota.

Mesmo com a obrigatoriedade da volta de todos os estudantes, a atividade remota continua permitida a alunos pertencentes ao grupo de risco, com mais de 12 anos, que não tenham completado o ciclo vacinal contra a covid-19; jovens gestantes e puérperas; crianças menores de 12 anos pertencentes a grupo de risco e para as quais não há vacina contra a doença aprovada no país; jovens com mais de 12 anos com comorbidades e que não tenham completado o ciclo vacinal; estudantes com condição de saúde de maior fragilidade ao novo coronavírus, mesmo com o ciclo vacinal completo, comprovada com prescrição médica.