Sindicato da Saúde apresentará queixa no Ministério do Trabalho por insalubridade de 40%

Entidade defende que adicional seja pago aos profissionais da linha de frente da Covid

Sindicato da Saúde apresentará queixa no Ministério do Trabalho por insalubridade de 40%

Foto: DIVULGAÇÃO - Presidente do Sindicato da Saúde defende grau máximo do benefício

Guilherme Gandini
Editor-Chefe

O Sindicato da Saúde de Catanduva pleiteia que a Secretaria Municipal de Saúde e a Associação Mahatma Gandhi, que gerencia a UPA e os postos de saúde, efetuem o pagamento de adicional de insalubridade no grau máximo de 40% aos funcionários que atuaram na linha de frente do combate à Covid-19.

O pedido foi encaminhado aos órgãos assim que a UPA foi transformada em unidade exclusiva de atendimento aos pacientes com suspeita ou confirmação da doença, momento também que as unidades de saúde passaram a colher testes.

“Todo mundo tem conhecimento que é uma doença fatal, mas tivemos uma resposta que não era possível fazer os trabalhadores passarem a receber o grau máximo. O Sindicato, em defesa dos trabalhadores, vai ajuizar ação no Ministério do Trabalho para nomeação de um perito”, afirma o presidente da entidade, José Vendramini.

Ele defende que o adicional, em seu valor máximo, é devido a todos os profissionais de saúde que lidaram com os pacientes infectados pelo novo coronavírus. Seriam, em estimativa, mais de 200 funcionários.

O sindicalista reafirma que o espaço para diálogo continua aberto para a Prefeitura e a gestora. “Quando não se tem um acordo, buscamos o suporte técnico do Ministério do Trabalho.”