RETROSPECTIVA DEZEMBRO: Coronavírus dá espaço para surtos de Influenza e da doença Mão-Pé-Boca

Primeiras obras importantes, depois de anos, começaram a sair do papel

RETROSPECTIVA DEZEMBRO: Coronavírus dá espaço para surtos de Influenza e da doença Mão-Pé-Boca

Foto: O REGIONAL - Prédio histórico da Fatec passará por reforma ao longo de 2 anos

Guilherme Gandini
Editor-Chefe
Publicado em 02/01/2022

A pandemia do coronavírus elevou a média de mortes da cidade, reduziu a natalidade e adiou matrimônios. Todos esses índices foram apresentados em levantamentos do Jornal O Regional. No último mês do ano, não bastando a Covid-19, nova cepa da Influenza H3N2 dobrou atendimentos na UPA. Nas escolas municipais, a doença mão-pé-boca alastrou-se.

Dezembro teve a campanha 'Natal com Vida', com atrações noturnas nas praças centrais e na Estação Cultura, a reabertura do Restaurante Popular depois de 30 dias com as portas fechadas, o início da reforma do prédio histórico do Fatec e da pavimentação da rua Mongaguá, no Alpino.

Com recorde, a Prefeitura fechou o ano com arrecadação de R$ 104 milhões em impostos estaduais. O reforço do caixa ainda ganhou força com a devolução de mais de R$ 6 milhões pela Câmara, equivalente a 45% da sua verba – um recorde. Para 2022, o Orçamento do Município foi aprovado em R$ 641 milhões, mantendo-se intocados os R$ 13,3 milhões do Legislativo.

A retomada da economia local no segundo semestre foi constatada pelos números do Caged divulgados em dezembro, que indicam 1,9 mil empregos formais gerados em 11 meses, e da balança comercial, com 202 milhões de dólares de superávit no mesmo período.

A Prefeitura ainda abriu concurso público para psicólogos e assistentes sociais, com provas já em janeiro, contratou serviço de captura e soltura de pombos para limpar as praças centrais, concedeu auxílio especial de R$ 400 ao funcionalismo como “bom princípio de ano novo”.

Por outro lado, Padre Osvaldo confirmou a correção de 10,74% no IPTU e na tarifa de água, anunciou estudos para privatização da iluminação pública e audiência para alterar o Plano Diretor, proibiu velórios na madrugada e sancionou lei que facilita a nomeação de parentes.

Passados doze meses, Catanduva fechou o ano com 18.660 casos confirmados da Covid-19, 18.007 pessoas curadas e 634 óbitos. Foram 453 vidas perdidas ao longo do ano.