Programa Cidades Inteligentes prorroga prazo de adesão para os municípios paulistas

Iniciativa tem objetivo de modernizar a gestão pública municipal

Programa Cidades Inteligentes prorroga prazo de adesão para os municípios paulistas

Foto: GOVERNO DE SP - Após a adesão, os municípios devem preencher o diagnóstico de maturidade em cidades inteligentes

Da Reportagem Local
Publicado em 17/10/2021

O Programa Cidades Inteligentes, da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), prorrogou o prazo para os municípios paulistas aderirem à iniciativa. Os prefeitos que ainda não fizeram a adesão poderão realizá-la via internet até 20 de outubro. A Prefeitura de Catanduva, apesar de questionada, não informou ao Jornal O Regional se participará do programa estadual.

Lançada em junho desde ano, a iniciativa prioriza a governança em função de metas e planos, o trabalho conjunto entre Estado e Prefeituras, a desburocratização administrativa e estimula soluções tecnológicas para questões ligadas ao planejamento urbano sustentável. 

No Governo do Estado, o modelo de gestão inteligente já é praticado desde 2019, por meio de iniciativas inovadoras como os programas Parcerias Municipais, Canal Direto – SP + Perto e SP Sem Papel. A partir de agora, o Cidades Inteligentes estenderá esse modelo aos 645 municípios paulistas, por meio de investimentos financeiros e ferramentas tecnológicas. 

Após a adesão, os municípios devem preencher o diagnóstico de maturidade em cidades inteligentes. O questionário online ajudará o Estado a compreender quais são as necessidades de cada cidade e destinará recursos para sua superação. 

“Em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), elaboramos um estudo para saber como está a maturidade dos 645 municípios no âmbito de cidades inteligentes. Após todos os municípios preencherem suas avaliações, utilizaremos os dados para promover novas políticas públicas e investimentos locais”, comenta o coordenador do programa, Igor Cunha. 

A ideia é contribuir com os gestores públicos, estaduais e municipais auxiliando-os a identificar as condições atuais das cidades, as competências e necessidades para avançarem na direção de se tornarem cidades inteligentes sustentáveis em médio e longo prazo. 

“O objetivo principal deste projeto não é ranquear quais são as melhores cidades, mas sim identificar os diferentes graus de maturidade que temos nas cidades paulistas e a partir disso desenvolver políticas públicas mais adequadas para cada um desses contextos”, conclui a diretora e pesquisadora do IPT, Claudia Teixeira.