Padre Osvaldo não se manifesta sobre exigência da vacina contra a Covid aos servidores

Última medida adotada com relação à pandemia foi o “libera geral”, no mês de novembro

Padre Osvaldo não se manifesta sobre exigência da vacina contra a Covid aos servidores

Foto: DIVULGAÇÃO - Padre não respondeu se seguirá decisão do governador João Doria

Guilherme Gandini
Editor-Chefe
Publicado em 06/01/2022

A Prefeitura de Catanduva foi questionada pelo Jornal O Regional se os funcionários públicos municipais serão obrigados a apresentar comprovante de vacinação contra a Covid-19, a exemplo da exigência instaurada por decreto pelo Governo do Estado. A administração do prefeito Padre Osvaldo (PSDB), entretanto, não se posicionou sobre o tema.

A decisão estadual foi anunciada na terça-feira, dia 4, a partir de decreto assinado pelo governador João Doria (PSDB), que determina que todos os servidores públicos estaduais apresentem comprovante de vacinação completa até o próximo domingo, dia 9.

Os documentos devem ser encaminhados aos órgãos setoriais de recursos humanos por meio eletrônico. Quem descumprir o prazo fixado no decreto ficará sujeito à apuração de eventual responsabilidade disciplinar em processos administrativos internos.

Apesar do aumento de casos positivos de Influenza e Covid-19 na região, nas últimas semanas, em Catanduva as medidas mais recentes foram adotadas no mês de novembro de 2021, no sentido de flexibilizar atividades. O último decreto assinado por Padre Osvaldo relacionado à Covid-19, por exemplo, foi o “libera geral” para retomada de eventos com ocupação máxima.

Questionada nos últimos dias, a Secretaria Municipal de Saúde também não informou ao Jornal O Regional o número atualizado de faltosos da vacina na cidade.

REGIÃO

A Prefeitura de Rio Preto exige desde agosto de 2021 a imunização de todos os servidores municipais contra o coronavírus. Em caso de negativo, é necessário justificar o motivo. No mês passado, o prefeito Edinho Araújo (MDB) demitiu dois servidores concursados porque eles não apresentaram comprovante de vacinação contra a Covid-19, nem justificativas plausíveis.