Projeto ‘Empoderamento de Meninas’ reúne Rotary Club, Apae e Cidadão do Futuro

Alunas de 10 a 15 anos estão participando de palestras com temáticas variadas

Projeto ‘Empoderamento de Meninas’ reúne Rotary Club, Apae e Cidadão do Futuro

Foto: DIVULGAÇÃO - Atividades são direcionadas a adolescentes da Apae e Cidadão do Futuro

Guilherme Gandini
Editor-Chefe
Publicado em 20/10/2021

Catanduva está participando do programa Empoderamento de Meninas, uma das três iniciativas propostas pelo Rotary Internacional para o ano rotário 2021-2022. A proposta é que os clubes de Rotary, Rotaract, Interact e Casas da Amizade possam se unir e criar mudanças positivas na vida de meninas.

Na cidade, a ação envolve o Rotary Club de Catanduva, o Programa Beneficente Criança Cidadão do Futuro e a Apae – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais.

A abertura do projeto foi realizada ontem, dia 19, no Teatro da Apae, com a presença da governadora 2020/21, Lourdinha Dalto, da secretária municipal de Cultura, Luzia Girade, da diretora do programa Cidadão do Futuro, professora Eliete Estevam Gomes, e da diretora da Apae e secretária do Rotary, Maura Guerreiro.

A programação será composta por palestras da psicóloga Camila Martine (Empoderamento e Autoestima), das nutricionistas Elenize Eskildesen e Rafaela Cintia Alves (Alimentação Saudável e Oficina Culinária), da empreendedora Erika Martino (Comportamento da Mulher Empoderada), da maquiadora Marcela Montagner (Beleza da Mulher) e das professoras Fabrícia Cintra Soldan (Oficina de Arte) e Michelle Alcieri Ângelo (Oficina de Dança).

Participam das atividades, nesta terça e quarta-feira, dias 19 e 20, 11 alunas da Apae e 11 do Cidadão do Futuro, todas com idades entre 10 e 15 anos.

“São palestras educativas, de dança, música, para trabalhar a autoestima e diversos aspectos com essas meninas, para usarem ao longo da vida. Depois, esse projeto terá continuidade com uma segunda etapa”, frisa Maura Guerreiro, representante da Apae e do Rotary.

EMPODERAR

A palavra empoderamento vem do verbo empoderar, que pode ser entendido como ação de se tornar poderoso. No entanto, isso não tem nada a ver com o conceito de superioridade. O propósito é conscientizar as meninas para que elas se percebam como agentes sociais capazes de contribuir para transformar, em suas realidades, as relações sociais, políticas e culturais.

De acordo com o Rotary, estudos e pesquisas recentes tem mostrado que meninas de 10 a 15 anos, em vários países e comunidades, têm sido marginalizadas e vêm sofrendo vários tipos de repressão.

“Empoderar ou o empoderamento pode dar voz e autonomia, principalmente às minorias e grupos marginalizados”, afirma a instituição.