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PM é chamada após ameaça de atentado ao Colegião e Ressurreição

Colégios também notificaram o Ministério Público e a Polícia Civil sobre os riscos

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Foto: O REGIONAL - Presença de viaturas da Polícia Militar chamou atenção de pais e alunos

Guilherme Gandini
Editor-Chefe

Grande movimentação policial no entorno do Colegião e Colégio Ressurreição, em Catanduva, chamou a atenção de pais e alunos. A força-tarefa foi organizada após suposta ameaça de atentado que teria sido feita por um professor, que está afastado de suas funções. A declaração teria ocorrido na agência da Previdência Social, que fez o alerta em boletim de ocorrência.

Em vídeo encaminhado aos pais, o major José Thomáz Costa Júnior, da Polícia Militar, falou sobre as precauções tomadas e tentou tranquilizar as famílias.

“Venho informar toda a comunidade escolar, no sentido de acalmar pais e famílias, não há qualquer motivo para preocupação, todas as providências das polícias, tanto Militar quanto Civil, estão sendo adotadas. Posso dizer que tende a zero algo de ruim acontecer”, declarou.

O policial confidenciou que possui filhos nos colégios e afirmou que foram estabelecidas medidas de segurança, com os funcionários devidamente orientados. “Vocês podem manter a rotina normal dos vossos filhos, manter a atividade letiva deles agora que estamos todos retornando desse afastamento por conta da Covid. Podem confiar que o serviço está sendo feito.”

Em nota, a Associação Assistencial, Promocional e Educacional Ressurreição (Aper) afirmou ter ciência dos fatos e que todas as providências cabíveis foram tomadas, com monitoramento constante da Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal, além de medida cautelar de distanciamento nas unidades do Colégio Ressurreição, Colegião e Ortega Josué.

“Quando tomamos ciência do histórico de boletim de ocorrência feto por terceiro à Polícia Civil, imediatamente notificamos, por escrito, o Ministério Público, a Delegacia Seccional e Polícia e a Polícia Federal, solicitando adoção de providências preventivas”, informou a nota.

A instituição ressaltou ainda que foram dadas instruções a todos os colaboradores, estando permitida somente a entrada de alunos ou pessoas devidamente autorizadas nos colégios.