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Comércio de Catanduva abre em horário especial para o Dia das Crianças

Lojas poderão abrir à noite na segunda-feira e na manhã de terça-feira

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Foto: DIVULGAÇÃO - Brinquedos anti-stress são aposta das lojas de Catanduva

Myllaynne Lima
Da Reportagem Local
Publicado em 05/10/2021

O Sincomercio - Sindicato do Comércio Varejista de Catanduva divulgou ontem, 4, que o comércio funcionará em horário especial para as vendas do Dia das Crianças, considerada a terceira data mais importante para o varejo nacional.

As lojas do comércio de Catanduva vão abrir no sábado, dia 9, das 9h às 17h, na segunda feira, dia 11, das 9h às 20h, e na terça-feira, dia 12, das 9h às 13h. A empresa que optar pelo atendimento ao público deve solicitar o certificado para o funcionamento. A autorização representa segurança ao empresário para não assumir passivos trabalhistas no futuro.

Moacir Bonatti, gerente de uma loja de brinquedos, afirma estar otimista para as vendas deste ano. “Nossa expectativa se mantém alta, visto que é uma importante data de comércio, principalmente dentro de nosso seguimento. Além disso, com o avanço da vacinação e o fim das restrições ao comércio esperamos pelo aumento de circulação de clientes e consequentemente das vendas.”

Ele também contou quais são os brinquedos em que há maior procura pelos clientes. “Com relação aos brinquedos, temos uma alta expectativa com relação à linha de fidget toys, que tem tido grande procura desde o meio do ano, composta por uma grande variedade de modelos de "brinquedos anti-stress". E além desses, os campeões de vendas são as linhas baby Alive, bonecas LOL, Barbie, Hotwheels e bonecos dos Vingadores.”

Alta de 3%

Segundo levantamento realizado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDLESP), com participação das principais CDLs do Estado, o aumento das vendas para o Dia das Crianças deve ser de 3%.

No ano passado, mesmo com a pandemia, houve acréscimo em relação a 2019, com grande foi impulso do e-commerce. Neste ano, com o fim das restrições no comércio, os lojistas estimam que o maior volume de vendas deva ficar com as lojas físicas.