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Ampliação do Hospital Padre Albino é paralisada após desistência da construtora

FPA contratará nova empreiteira para dar continuidade ao projeto

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Foto: Comunicação/FPA - Início do projeto prevê a remodelação da recepção da rua Belém

Guilherme Gandini
Editor-Chefe
Publicado em 30/09/2021

A construtora responsável pelas obras de ampliação e remodelação do Hospital Padre Albino solicitou o distrato com a Fundação Padre Albino (FPA), alegando questões econômicas. A informação foi confirmada pela instituição à reportagem do Jornal O Regional.

De acordo com a FPA, já estão sendo tomadas as providências administrativas para contratação de nova empreiteira para continuidade da obra. No início de agosto, em postagem nas redes sociais, a Fundação indicou que a obra iniciada em 17 de maio havia avançado 10%. O estágio atual não foi divulgado. Apesar do imprevisto, o projeto não sofrerá qualquer alteração.

O investimento no hospital, em sua primeira etapa, prevê a remodelação e adequação da recepção da Rua Belém, construção de duas torres de elevadores para separação dos fluxos de serviço e social, escadas de saída de emergência e área gourmet.

A intervenção segue estudo desenvolvido pela L+M - Construção de contextos de prosperidade em ambientes de saúde, denominado "Design do Futuro". Segundo o diretor presidente da Diretoria Executiva da Fundação, Reginaldo Lopes, o estudo contempla plano diretor com um "conjunto das propostas de mudanças no edifício, que o amplia, pois conecta as propostas de mudanças de espaços com as de processos, tecnologias e pessoas, que geram resultados para a instituição”.

Reginaldo ressalta que a execução do Design do Futuro criará soluções, aumentará a capacidade instalada e a eficiência operacional das atividades assistenciais, com ações que consolidem a imagem dos hospitais Padre Albino e Emílio Carlos como Excelência em Assistência, Ensino e Pesquisa na região.

O presidente acrescenta que o projeto “contempla, ainda, critérios mínimos de segurança e conforto para as operações de atendimento e experiências dos usuários que parametrizarão cenários de mudanças em espaços e infraestrutura, critérios de atendimentos e rotas de fuga, com base na legislação vigente”.