Catanduva - sábado, 18 de maio de 2013
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DADOS REGIONAIS

Conheça um pouco mais sobre os municípios que fazem, parte da nossa região.
CATANDUVA
Não se sabe com exatidão quais os fundadores do antigo "Cerradinho", humilde e rústica povoação, construída às margens do Ribeirão São Domingos, afluente do Rio Turvo. Essa denominação foi mais tarde substituída por Vila Adolfo e posteriormente por Catanduva.
Todavia, a tradição local favoreceu de certa forma a hipótese de que o início de sua história está ligada à mudança de uma família de nome Figueiredo. Segundo esta, José Lourenço Dias Figueiredo vindo de Minas Gerais, teria comprado propriedades nessa região no ano de 1850. Em 1889, seu filho, Joaquim Figueiredo, tomando posse das terras, iniciou as plantações e o cultivo das mesmas, quando então se construiu a primeira casa de telha.
Em contraposição, há outra corrente que atribuiu a glória da fundação da cidade a Antônio Maximiano Rodrigues, natural de Conceição do Rio Verde, no estado de Minas Gerais, que teria adquirido terras na região de Catanduva, por volta de 1850, e nelas se estabelecido em 1892, quando fez a doação de 10 alqueires da sua propriedade para patrimônio da Paróquia de São Domingos, batizada com o nome, já mencionado, de Cerradinho por se encontrarem tais terras encravadas na Fazenda de São Domingos do Cerradinho.
Outros, ainda, optam pelo nome de Domingos Borges da Costa (vulgarmente conhecido por "Minguta") velho que se radicou nas cercanias da povoação nascente, à beira de um riacho, hoje denominado Minguta. A Imperial Estrada do Taboado que de Jaboticabal aprofundava pelo alto sertão, passando por Monte Alto, Vista Alegre, Palmares (antigo Cordão Escuro), Tabapuã e Rio Preto até atingir o Porto de Taboado, no Rio Paraná, era a principal via de penetração, naquela época, absorvendo todo o movimento comercial da região. Por força desse determinismo geográfico, Cerradinho tornou-se tributário de Cordão Escuro. Mas quando a ferrovia veio abrir novos rumos à civilização, a insignificante povoação de Cerradinho tomou novo alento, transferindo para si o eixo comercial de toda a região.
Antes mesmo da chegada da Estrada de Ferro Araraquara em 1910, foi criado o Distrito de Paz, no Municipio de São José do Rio Preto, com a denominação de Vila Adolfo, em homenagem a um político de Rio Preto, Coronel Adolfo. Desde então, o progresso urbano do Distrito foi extremamente rápido, prendendo-se ao desenvolvimento econômico da fértil zona rural. O cultivo do café, predominantemente adotado, a penetração ferroviária, de par com a assistência médico hospitalar e educacional com a qual a florescente vila ia sendo dotada, constituíram fatores decisivos para a evolução progressiva da área urbana e consequentemente do Município.

Origem do Nome:
Catanduva é palavra de origem indígena que significa "mato cerrado, espesso e impróprio para a produção agrícola", o que na prática não se confirmou.

Aniversário e Emancipação Política:
O Aniversário de Catanduva é comemorado em 14 de abril e sua emancipação política ocorreu nesta data, no ano de 1918.

Fonte: Biblioteca Municipal de CATANDUVA

CATIGUÁ
A história de Catiguá se inicia com a criação de dois pequenos povoados às margens do Rio São Domingos: Vila Santa Isabel e Vila Mariana. A antiga Vila Santa Isabel estava localizada entre o Rio São Domingos e o Córrego dos Cândidos, e recebeu este nome em homenagem à mulher de Artur Ortenblad, doadora do terreno onde foi construída a praça e a capela de Santa Isabel.
A Vila Mariana estava localizada entre o Rio São Domingos e o Córrego Bate-Panela. Nessa vila, Manuel Caetano e José Rodrigues doaram o terreno onde foi construída a praça e a capela de São Sebastião.
Por volta de novembro de 1910, a Vila Santa Isabel passou a se chamar Vila Ibarra.
Em 1921, Vila Mariana foi elevada à categoria de distrito, com o nome de Catupiry, jurisdicionado ao município de Catanduva.
Em 1929, Vila Ibarra também foi elevada à categoria de distrito, jurisdicionado ao município de Tabapuã. A construção de rodovias e a ampliação da Estrada de Ferro de Araraquara proporcionaram um rápido crescimento e progresso da região, pela facilidade de escoamento da produção.
No início da década de 1930, foram instaladas as primeiras fábricas, duas no distrito de Ibarra e duas no distrito de Catupiry. Em 1938, através do decreto estadual n.º 9775, de 30 de novembro, os dois distritos foram unidos em um só com a denominação de Catiguá. O novo distrito foi instalado em 1939, ficando subordinado ao município de Catanduva.
Em 18 de fevereiro de 1959, por meio da lei estadual n.º 5285, o distrito de Catupity foi elevado à categoria de município, agora sob o nome de Catiguá, desmembrado de Catanduva. A instalação do município ocorreu em 1 de janeiro de 1960, com sede no antigo distrito de Catiguá.

População Total: 6.555
Urbana: 5.914
Rural: 641
Homens: 3.363
Mulheres: 3.192

(Fonte: IPEADATA)

PINDORAMA
Terra das Palmeiras

A história de Pindorama teve início em 1908, quando Ferdinando Motta adquiriu do Cel. Firmino de Araújo Aguiar, então residente em Casa Branca (SP), uma gleba de terra à margem direita do ribeirão São Domingos.
Ao chegar a Pindorama (mata virgem), Ferdinando Motta encontrou na fazenda Areia Branca os irmãos "caboclos", primeiros habitantes de nossa zona rural. Começou então o loteamento e traçado da terra.
Enquanto isso, do lado oposto do rio, o engenheiro Dr. Argemiro Silveira adquiria outras terras, fazendo também o seu loteamento. Iniciava-se assim a cidade, no início dividida em Areia Branca e Pindorama e, por fim, Pindorama, Terra das Palmeiras.
Seu crescimento e desenvolvimento deve-se à garra e sonhos dos filhos que vieram e, hoje, Pindorama é uma cidade hospitaleira e prazerosa.

Prefeitura de Pindorama
Paço Municipal "Antonio Corsatto"
CEP: 15830-000 – Pindorama/SP

Pindorama é um município brasileiro do estado de São Paulo.

Localizado a 370 km da capital.

ELISIÁRIO
Tudo começou em meados de 1865, quando um grande proprietário de terras nesta região, coberta por milhares de alqueires de matas virgens, chamado Elisiário Ferreira de Camargo Andrade, residente em Campinas, resolveu naquela época lotear suas propriedades subdividindo-as com seus filhos, nos conformes com os acidentes geográficos das mesmas.
Na mesma época aportava por estas terras o senhor José Ribeiro Ferraz, que junto de seus pais, imigrava da cidade de Sorocaba para a Vila de Campo Triste, hoje conhecida como Itajobi. O senhor José Ribeiro de Ferraz, em 1873, adquiria 150 alqueires de terras de Nicolau Rheeder, um engenheiro que trabalhava a serviço do senhor Elisiário com o intuito único de fixar residência por aqui, sendo, portanto, o primeiro morador desta região.
Surgiram, assim, inúmeras dificuldades, posto que o senhor Ferraz deparava-se com inúmeros obstáculos, como a rusticidade da mata virgem, a falta de estradas e a preocupação das raras visitas dos índios Tapuias, que tinham uma aldeia às margens do rio Tietê. Porém, tais obstáculos não intimidaram este senhor, que em poucos anos de trabalho consegui formar sua lavoura, onde realizava colheitas abundantes.
Até próximo à virada do século, o desmatamento foi praticado de forma muito lenta nesta região, pois as terras eram pouco habitadas. Após 1900, impulsionado pelo desenvolvimento da cultura do café (que era responsável pelo enriquecimento de várias famílias da época), a região então sofreu uma grande devastação, transformando a mata virgem em lavouras da cultura em evidência.
Em 1908, os filhos do senhor Elisiário, notando a visível ocupação de famílias que imigravam para esta localidade em busca de progresso econômico com o plantio do café, e com a intenção de homenagear seu pai, loteou aproximadamente 25 hectares de terras de suas propriedades, formando um pequeno povoado, que recebeu o nome de Vila Elisiário, pertencendo, na época, ao município e Comarca de São José do Rio Preto. Em 1920, o senhor José Ribeiro Ferraz, pela amizade que cultivara com o senhor Elisiário (pois eram companheiros da prática da caça silvestre), resolveu lotear 16 hectares de terras de sua propriedade, situada em anexo do patrimônio de Elisiário, dando um hectare e uma quadra para a construção de uma capela em louvor a São Bento, onde hoje se encontra a escola Estadual.
Em 29 de novembro de 1923, a Vila Elisiário era elevada à categoria de Distrito, pertencendo ao município de Catanduva. Mais tarde, em 30 de dezembro de 1991, chegou a categoria de município. A emancipação político-administrativa de Elisiário se deu em 1º de janeiro de 1993, mas a data comemorativa da cidade é festejada em 9 de agosto.

FONTE: Livro História de Elisiário, de Natalino de Freitas Ferraz.

TABAPUÀ
O povoamento da região entre os rios São Domingos e Turvo, iniciou-se na Segunda metade do século XIX, às margens do córrego Limeira, afluente do último, constituindo-se a povoação de Rancharia. Com a construção da estrada imperial do Taboado, que partia de Jaboticabal, passava nas proximidades do primitivo núcleo de Rancharia e se dirigia a Rio Preto, até a barranca do Rio Paraná, quase na confluência dos rios Grande e Paranaíba, o povoado deslocou-se para as margens da estrada, passando a dominar as glebas de São Lourenço do Turvo e São Domingos.
João Maurício fez a doação de 40 alqueires de terra para a constituição do patrimônio, onde foi erguida a capela de Nossa Senhora dos Remédios. Em agosto de 1907, criou-se o Distrito de Paz de Tabapuã, que segundo Theodoro Sampaio provém do tupi "Taba-poan"= união de casas ou de aldeias.

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA
Distrito criado com a denominação de Tabapuã, por Lei Estadual no 1075, de 22 de agosto de 1907, Município de Monte Alto. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no Município de Monte Alto o Distrito de Tabapuã, sendo elevado a vila por esta mesma lei.

Elevado à categoria de Município com a denominação de Tabapuã por Lei Estadual no 1662, de 27 de novembro de 1919, desmembrado do Município de Monte Alto. Constituído do Distrito Sede, Tabapuã. Sua instalação verificou-se no dia 07 de março de 1920. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Tabapuan se compõem de 2 Distritos: Tabapuan e Ibarra.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII- 1936 e 31-XII- 1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de marco de 1938, o Município de Tabapua pertence ao termo judiciário de Catanduva, da comarca de Catanduva, e se divide igualmente em 2 Distritos: Tabapuã e Ibarra.
Pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30-XII-1938, o Município de Tabapuã adquiriu o Distrito de Novais do Município de Catanduva; perdeu o território do extinto Distrito de Ibarra para o novo Distrito de Catiguá, do Município de Catanduva. A mesma Lei que extingüe o Distrito de Barra cria o Distrito de Novais.

Em 1939-1943, o Município de Tabapuã é composto dos Distritos de Tabapuã e Novais - e pertence ao termo e comarca de Catanduva. Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Tabapuã ficou composto igualmente dos Distritos de Tabapuã e Novais - comarca de Catanduva. Assim permanecendo nos quadros fixados pelas Leis Estaduais nos 233, de 24-XII-1948 e 2456, de 30-XII-1953 para vigorar, respectivamente, nos períodos 1949-1953 e 1954-1958.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01-VII-1960.
Lei Estadual no 7664, de 30 de dezembro de 1991, desmembra do Município de Tabapuã o Distrito de Novais. Em divisão territorial datada de 01-VI-1995, o Município é constituído do Distrito Sede.

Fonte: Biblioteca IBGE

CEDRAL
Embora não se possa afirmar com absoluta segurança quando chegou o 1º habitante de Cedral, segundo relato de velhos moradores, já em 1.900 os Srs. Felicio Bottino, Severiano Vicente Ferreira, Cel. Silverio da Cunha Lacerda e o Sr. Vicente Ferreira da Silva já habitavam o local.
De 1.906 a 1.910 as famílias de Felipe Scarpelli, Nicola di Pietro, Francisco Turano, Antônio Alves, Manoel de Oliveira Jordão, Pedro Lucato, Nicolau Azziz, Júlio Xavier de Mendonça, João Chames, Carlos Dias Barbosa, João Faquim, Luiz Guidolin, Joaquim Pereira da Mota, Guilherme Buosi, Eduardo Alves Ferreira; a primeira autoridade policial foi Antônio Francisco de Souza, por volta de 1.914. A maior dificuldade encontrada pelos moradores foi a derrubar as imponentes árvores de cedro, que emaranhavam-se, dominando a região. Deste obstáculo surgiu o nome do Município.
Cedral progrediu rapidamente graças à inauguração da Estrada de Ferro Araraquara, em 1912; criação da agência do Correio em, 1918, tendo como chefe o Sr. Izaltino Mendonça; a elevação a Distrito pela Lei Estadual n.º. 1.664, passando à sede à categoria de Vila, instalada em 1.920, na época figurando como Distrito do Município de Rio Preto. Em 1.920 inaugurou-se o Cine Politeama, onde em sessão solene, em abril de 1.920, criou-se o Cartório de Paz. Em 1.924, instalou-se luz elétrica, em 1.925 a Paróquia, tendo como vigário o Pe. Antônio Augusto Dias.
Em 1.927 criou-se Grupo Escolar, em 1928 agência do Banco de São Paulo. Em 1.929 instala-se Coletoria Federal e Estadual e no dia 27 de dezembro de 1.929, pela Lei Estadual nº 2.399 a sede recebe foros de cidade e desmembra-se do município de Rio Preto, sendo o município de Cedral instalado a 16 de março de 1.930, assumindo o cargo de Prefeito o Sr Messias Vicente Ferreira e em 1.936, inaugura-se a Delegacia de Policia Local. Em 1.941, passa funcionar em prédio próprio a Caixa Econômica Estadual, pelo Decreto-lei nº 38, de 14 de novembro de 1.942, o Prefeito cria a Agência Municipal de Estatística; em 10 de maio de 1.947, é inaugurado o Posto de Assistência Médico Sanitária (PAMS).

Origem do Nome: O nome Cedral foi tirado do nome da árvore Cedro que existia muito na época da fundação.

NOVO HORIZONTE
Novo Horizonte, assim como a maioria das cidades brasileiras, nasceu ao redor de uma Capela. No ano de 1895, agricultores e criadores de gado, vindos principalmente de Descalvado e Pissununga, aqui chegaram à procura de terra fértil.
O Sr. Joaquim Pinto possuía nessa região 3000 alqueires de terras. Destas, o Sr. Antônio Cardoso de Moraes, que para cá viera em 1882, adquiriu uma parte.
Um carpinteiro chamado Joaquim Ricardo da Silva fizera uma promessa a São José, santo de sua devoção, que construiria uma Capela em sua homenagem.
O Sr. Antônio Cardoso de Moraes doou ao sr Joaquim 20 Alqueires de suas terras para a construção da Capela. Outras pessoas também doaram terras com a mesma finalidade: José dos Passos, Joaquim Vaz Floriano, Joaquim Portes da Silva e a viúva Dona Maria Pinto.
A construção teve inicio no dia 7 de setembro de 1895 e terminou, em 1896. A primeira imagem de São José foi trazida pelo Sr. José Carvalho Leme.
Em seu redor foram se instalando os primeiros moradores. Estava assim criado o patrimônio de São José da Trindade.
A principio, o local previsto para a instalação da cidade ficava próximo ao Ribeirão Três Pontes, porém, a comissão fundadora achou-o inadequado e preferiu a região mais alta. O local agora escolhido ficava nas imediações da fazenda Estiva. Por isso, o povoado teve seu nome mudado para São José da Estiva.
Em 1897, aqui chegou o Sr. José dos Santos Fonseca, que havia comprado terras na região do Rio Morto. Achando que a povoação era parecida com Belo Horizonte, sugeriu então que a mesma fosse chamada de Novo Horizonte. Estava enfim definido o nome ao se batizar a cidade. A comissão fundadora era formada pelos cidadãos : José Carvalho Leme, Pedro Alves do Vale, Irineu da Silva, Joaquim Pinto Cardoso e José de Antônio Lima. As primeiras casas eram bem rusticas, construidas por tabocas, lascas de coqueiro e barro vermelho e as compras eram efetuadas na cidade de Araraquara.
O povoado foi crescendo, e foram se instalando os primeiros estabelecimentos comerciais dos senhores João Cardillo, Vìtor Matucelli e também destacaram-se os primeiros chefes políticos: Júlio Cotrim, João Negrão e José dos Santos Fonseca.
A princípio, nossa cidade era um distrito que pertencia ao município de Itápolis pela Lei Estadual nº 993, de 2 de agosto de 1906.
A Lei Estadual nº 1530 de 28 de outubro de 1916 criou o Município de Novo Horizonte, efetivado em 1917. O aniversário de Novo Horizonte é comemorado em 28 de Outubro.
A Comarca de Novo Horizonte foi criada pela Lei Estadual nº 1887 de 8 de dezembro de 1922. Dentre os principais novorizontinos podemos destacar: Antônio Cardoso de Moraes, José dos Santos Fonseca, João Cardillo, Francisco Fuciolo, Cezário de Castilho, Carlos Cabral, Dr. Vitor Garbarino, Júlio Cotrim, João Francisco Negrão, Jerônimo Joaquim Ramalho, Benedito Francisco de Moura, Assad Eid, Calil Nicolau Eid e o farmacêutico Chagas.

Texto extraído do Jornal "Jornanglo" 10/1997 nº 10 ano 3.

PALMARES PAULISTA
Antônio Theodoro de Carvalho, residente e proprietário da Fazenda Boa Vista do Generoso, fez, no final do século XIX, a doação de quarenta alqueires de terras, tendo construído, nesse patrimônio uma rústica capela em louvor a Nossa Senhora da Conceição do Cordão Escuro. Não havendo nas redondezas nenhuma povoação, o fundador, juntamente com outros moradores locais, promoveram a concentração de casas ao redor da capela, dando origem à Vila de Cordão Escuro. Ainda no final do século passado, começou a ser construído a estrada do Taboado, ligando Jaboticabal a São José do Rio Preto, até as barrancas do rio Paraná. Muitas vilas foram surgindo ao longo da mesma, e cordão Escuro, que ocupava essa posição, passou a constituir um ponto de escoadouro para a produção de café, então cultivado.
Com o desenvolvimento verificado, a Vila, que passou a denominar-se Palmares, foi elevada a Distrito do município de Catanduva, no ano de 1907. O prolongamento da Estrada de Ferro Araraquara S/A, de roteiro diferente da estrada do Taboado, levou as povoações a mudarem-se para as margens da ferrovia.
Contudo, Palmares que passara a ser conhecida como Jaguatei em 1944, o Distrito transferido para o município de Ariranha. Sua emancipação Político-Administrativa, com o nome de Palmares Paulista, ocorreu no ano de 1964.

Aniversário da Cidade - 08 de Novembro
Acesso Rodoviário - SP-351 - Rodovia Comendador Pedro Monteleone

SANTA ADÉLIA
A região onde hoje se situa o município de Santa Adélia, em meados do século passado, era apenas uma extensa área coberta de matagais. Em 1907, com o traçado já claramente delineado da Companhia da Estrada de Ferro, em demanda da Vila Adolpho (hoje Catanduva), foi aqui construída a primeira casa pelo Coronel Relíquias de Souza Guimarães, fundador da cidade, que por esse tempo trabalhava na fazenda Dumont. A casa ficava na praça Dr. Adhemar de Barros esquina com a rua Joaquim Cotrim.
Dr. Luiz Santos Dumont era proprietário de uma área de 1.245 alqueires, a Fazenda Dumont, que abrigava muita gente, e tinha cerca de 1.250.000 pés de café. Em 1907, Luiz Dumont destacou parte delas para a divisão em lotes, o que facilitou o povoamento da região, e o surgimento do município.
A denominação de Santa Adélia nasceu do desejo que tinha Dr. Luiz Dumont de ver a localidade com o nome de sua filha Adélia. Desejo esse que foi expresso em termo, e em livro próprio devidamente assinado.

1909 - Santa Adélia já contava com algumas centenas de casas quando no fim deste ano, por aqui passou o primeiro trem. Neste mesmo ano foi construída a primeira casa comercial de Santa Adélia e que ficava na rua Rui Barbosa esquina com a rua 13 de maio.
1910 - Criação do Distrito de paz e elevação à Vila pela lei 1240 de 13 de dezembro.
1911 - Em 3 de julho foi instalado o Distrito de paz.
1916 - A Lei Estadual nº 1.499 de 22 de março de 1916 criou o município como sendo um território desmembrado de Taquaritinga.
1924 – Construído e criado o Grupo Escolar, hoje Escola Estadual Dr. Luiz Dumont.
1932 – Inaugurada a Igreja Matriz. As obras tiveram início em 1920.
1938 - Em 30 de novembro de 1938 o Decreto-lei Estadual nº 9775 criou a Comarca de Santa Adélia, formada pelos municípios de Santa Adélia, Itajobi e Ariranha. Em 26 de março de 1939 foi instalada a Comarca. Em 1964, a Comarca de Santa Adélia perde o município de Itajobi.
1948 – A Lei Municipal nº 16 de 15 de dezembro estabelece o dia 16 de dezembro Dia da Padroeira Santa Adélia.
1969 - A Lei Municipal nº 368 de 27 de janeiro, fixou o dia 22 de março Dia do Município como feriado municipal.

Geográfia
Localiza-se a uma latitude 21º14'34" sul e a uma longitude 48º48'15" oeste, estando a uma altitude de 618 metros. Sua população estimada em 2004 era de 13.877 habitantes. Possui uma área de 331,015 km².
Os acidentes geográficos mais importantes são a Serra do Frutal e a Serrinha, com 630 metros. Entre os rios Frutal, Ribeirão dos Porcos, São Domingos, Água Limpa, Brabeza e o Córrego dos Negros – em meados do século passado era apenas uma extensa área coberta de matagais.
O município conta com três distritos: Ururai (Taquara), Vila Botelho e Vila Santa Rosa.
O distrito de Botelho conta Unidade Básica de Saúde e uma ambulância para cobrir emergência. Seu maior ponto comercial são os barracões de frutas, que comercializam frutas para todo o Brasil.
O distrito de Ururai está situado a 16 km de Santa Adélia e a 3 km da rodovia Washington Luiz. Todo o acesso é asfaltado. Conta também com uma Unidade de Saúde, a maior parte da população trabalha no cultivo da laranja e cana-de-açúcar.
O distrito de Santa Rosa fica a 2 km da Rodovia Washington Luiz e 9 km de Santa Adélia, conta com Unidade Básica de Saúde e tem como sua principal fonte de renda o cultivo da cana-de-açúcar.

IRAPUÃ
O antigo povoado de Cervinho, origem de Irapuã, foi fundado por volta de 1875, quando as famílias de Hipólito José Godoy e Luiz Marques chegaram à região com o objetivo de cultivarem cereais. Proprietários de glebas de terras resolveram doar parte dessas terras, cerca de 40 alqueires, à paróquia para a formação de um povoado localizado nas margens do córrego Cervinho, daí o nome escolhido para o núcleo que se formou. Ofertaram também uma imagem de Nossa Senhora do Carmo, que foi colocada no altar da capela existente.
Outras famílias foram atraídas para a vila no início do século XX, instalando-se provisoriamente e dedicando-se ao cultivo das terras. Em 26 de dezembro de 1921, foi criado o distrito de Irapuã em terras do município de Novo Horizonte. Somente a partir de 1926, iniciou-se a cafeicultura por intermédio de Amadeu Bouzza, pioneiro dessa atividade na região. Apesar do crescente aumento da cultura do café, em 19 de agosto de 1927, foi reconduzido à categoria de povoado, incorporado ao município de Novo Horizonte.
O desenvolvimento a partir daí foi rápido e, em 30 de setembro de 1930, foi novamente criado o distrito no município de Novo Horizonte. A população cresceu e com ela e arrecadação dos impostos, facilitando a elevação do distrito a município em 30 de novembro de 1944, com o nome Irapuã e finalmente desmembrado de Novo Horizonte.

Significado do Nome
O nome de Irapuã foi escolhido devido à grande quantidade de abelhas do tipo irapuá que fabricam um mel ruim.

Aniversário da Cidade - 30 de Novembro

IBIRÁ
Ibirá, tem suas origens nas terras doadas por D. Pedro II, o Imperador, para Antônio Bernardino de Seixas e seus filhos João e José Bernardino de Seixas, que por volta de 1878-1880, acamparam a beira do Córrego das Bicas, onde localiza-se hoje o Distrito de Termas de Ibirá. Teve como primeira denominação, Freguesia da Cachoeira; posteriormente, Freguesia de Ibirá. Em Agosto de 1906, pela Lei nº. 996, era criado o Distrito de Paz, que em 13 de maio de 1913, foi elevado a categoria de Distrito Policial.
Em 12 de dezembro de 1921, elevou-se a categoria de Município, através da Lei nº. 1817, sendo solenemente instalado em 22 de março de 1922.
Passou a ser considerado Estância Hidromineral pelo Decreto Lei nº. 13.157, de 30 de dezembro de 1942.
A cura através das águas vanádicas, começaram com os índios, por volta de 1770, que curavam suas doenças banhando-se nelas. O efeitos curadores permanecem e tais curas têm comprovação.
A denominação "Ibirá", é originária da língua tupi-guarani (IBIR) e traduz-se como "fibra" ou "imbira", retirada da casca de certas árvores, abundantes no território, que os índios utilizavam para tecer seus utensílios.
Grande destaque de Ibirá é o Bairro de Vila Ventura. Localizado a aproximadamente 14 km da sede do município, se destaca pela tranquilidade e pela serenidade de seus moradores. No mês de outubro se celebra uma grandiosa quermesse em louvor a Nossa Senhora Aparecida, muito famosa na região.

Cultura

Outro grande mérito do município é um grupo de teatro local chamado "Arte das Águas", que se destaca na região como um grupo especializado em produções de cunho social, com o intuito de ajudar a vida do ser humano. Liderado pelo ator Antônio Bucca (Júnior), o grupo começou a carreira com o Espetáculo Anjos Invisíveis, que trata de violência doméstica moral contra as crianças. Tal espetáculo lhes renderam prêmios e notoriedade regional, se destacando como o primeiro grupo teatral a se formar que levasse o nome do município, para âmbitos culturais maiores.

EMBAÚBA
No local onde hoje está situada Embaúba não havia casas, igrejas, jardins; aqui era como a grande maioria das regiões afastadas da Capital Paulista, somente mato. Por se localizar distante da cidade de São Paulo, e por ficar distante da faixa litorânea, a sua fundação se deu somente no início do nosso século (séc. XX).
Ao redor de Embaúba existiam várias propriedades rurais onde nesta época não se dava valor à terra, pois ela era utilizada somente como meio de subsistência; só se plantava o necessário à sobrevivência. Para sobreviver nesta região não era difícil, bastava ter um pouco de esforço para o plantio, que a sua sobrevivência estava garantida. Os produtos agrícolas que aqui eram plantados era o arroz, o feijão, o milho e outros produtos em pequenas quantidades. A fundação de Embaúba não é tão comum como a fundação da maioria das cidades, que em geral são fundadas para o escoamento da produção agrícola, de recursos minerais, a fim de servir de elo entre uma cidade e outra.
A sua fundação se deu devido a necessidade das pessoas das propriedades ao redor de se encontrarem para bater papo, jogar, tomar uma cachaça, de levar uma vida mais comunitária. Esta região era bastante isolada em relação às outras regiões, como as perto dos grandes centros comerciais do nosso Estado. Aqui o único meio de transporte era a carroça, e as estradas eram simples picadas feitas no meio do mato. As vilas e cidades mais perto era Iurupi que mais tarde se acabou devido a maleita(doença muito comum na época) e passou a se chamar Paraíso; a Vila Fonte, que depois da fundação de Embaúba, seus habitantes para cá vieram morar; e Cajobi que até 1990 foi o Município de Embaúba.
Vindo da cidade de Cajobi, um senhor e seus filhos que moravam nos arredores da atual Embaúba avistaram uma parte de terra e conversando entre eles resolveram ali fundar uma venda para nos finais de semana e dias santos virem até lá para tomar uma cachaça e "jogar conversa fora". Isto se deu num sábado à tarde e no domingo logo de manhã pegaram a foice, o machado e foram fazer o roçado para ser construída a venda. Este homem foi o fundador de Embaúba e o seu nome está hoje na rua principal da cidade, é ele Balbino Rodrigues Coelho, e seus filhos José, João e Joaquim, que eram grandes proprietários de terra nesta região.
Com a ajuda de outras pessoas e seus amigos fizeram um roçado e ergueram ali um pequeno barraco de quatro cômodos, feitos de tijolos e madeira e mais a frente construíram um tablado de pau-a-pique e a partir daí todo o primeiro domingo do mês se fazia uma festa onde todos ajudavam com prendas(frangos, leitoas, cabritos) e em dinheiro, onde a renda que se arrecadava era para a construção de uma capela. Essas festas que ocorriam todo primeiro domingo do mês era acompanhada de terço e com o passar dos meses ela foi pegando uma certa popularidade que pessoas de todas as redondezas vinham participar desta festividade e em pouco tempo conseguiram arrecadar dinheiro para a construção da capela e ao seu redor foram construídos pequenos barracos feitos de madeira que em pouco tempo de simples barracos e boteco estava nascendo um pequeno povoado que teve o seu primeiro nome de Vila Coelho devido ao seu fundador Senhor Balbino Rodriguês Coelho.
Este nome ficou por pouco tempo, passando a se chamar de Vila Albuquerque, esta em homenagem ao Prefeito de Jaboticabal, o Senhor Bento Vieira Albuquerque que teve seu mandato iniciado em 1912. As pessoas que vinham para as festividades tinham que trazer até água, pois por se localizar em uma parte alta não havia nascentes onde fora iniciada a sua construção.
Desde a sua fundação nos primeiros anos do nosso século(XX) este lugarejo veio crescendo, e com o passar dos anos passou a ser interessante para Jaboticabal, pois com o aumento do número de habitantes e com a abertura de casas comerciais, via-se aí a oportunidade da cobrança de impostos. Já em 1924, a dificuldade por comprar terrenos em Vila Albuquerque era tão grande que para instalarem seus negócios nesta que ainda era um povoado, era preciso pagarem 3 contos de réis por suas datas, como foi o caso do comerciante José Solomão e do comerciante Mario Brighente que pagaram 900$(Novecentos contos de reis) por uma data.
O crescimento de nossa Vila foi tanto que no dia 16 de abril de 1934, pelo Decreto Lei nº. 6607, o povoado de Albuquerque foi levado a categoria de Vila, passando a ter como Comarca e Distrito Jaboticabal. No ano seguinte, em 07 de março de 1935, devido a grande distância do Município Mãe, Jaboticabal, e a Vila, pelo Decreto Lei nº. 6997 de 07/03/35, passa a ser distrito de Pirangi, que tinha como Comarca Jaboticabal.
Em 1938, pelo Decreto Lei nº. 9775 de 30/11/38, Vila Albuquerque deixa de ser Distrito de Pirangi, passando a ser Distrito de Cajobi. Esta transferência se deu devido à distância entre Vila Albuquerque e Pirangi, que nesta época era de aproximadamente 45 km, enquanto que a distância de Vila Albuquerque até Cajobi era de aproximadamente 16 km.
Pelo Decreto Lei nº. 14338 de 30/11/44 o nome de Vila Albuquerque deixa de existir, passando a ser Embaúba (devido à arvore EMBAÚBA). Pela Lei Estadual nº. 6645 de 09/01/90, Embaúba deixa de ser um distrito de Cajobi, passando a ser município independente pertencendo a Comarca de Olímpia.

Aniversário da Cidade - 08 de Setembro

CARACTERÍSTICAS

Hoje a economia Embaubense sustenta-se principalmente nas atividades agrícolas e correlatas existentes, não constando , ainda, indústrias e possui um comércio em expansão. A população urbana é de 1.979 habitantes, segundo o censo de 1998. Ela sobrevive, principalmente, em torno do poder público, através de programas sociais e empregos nas esferas municipais, estaduais e trabalhos rurais. Os principais produtos agrícolas são: laranja, cuja colheita vai de julho à dezembro e a cana-de-açúcar tendo sua safra de maio à dezembro, nas entre safras os trabalhadores sobrevivem de suas economias e de alguns trabalhos eventuais.
Os povoadores do Alto Turvo, iniciaram em meados do século XIX, a povoação de São Sebastião do Turvo, composto por 117 alqueires, no território de Jaboticabal. O núcleo formado em torno das capelas de São Sebastião e de Nossa Senhora Mãe dos Homens, foi elevado à categoria de Distrito de Paz em 1899, passando, dezesseis anos depois, à denominação de Irupi.
Por localizar-se próximo ao Rio Turvo, seus moradores viram-se na contingência de mudarem suas residências para um local considerado mais sadio. Assim, Adrelino Vicente Bravo, Antônio Mialichi e José Prene, proprietários de grande área, distante dez quilômetros do povoado, promoveram a transferência da sede do Distrito para suas terras, sob o nome de Vila Paraíso. Um decreto governamental de 1933 oficializou a transferência e a nova denominação: Vila Paraíso.
Foi elevado a município na comarca de Monte Alto, em 1953, com nome de Paraíso, adotado desde 1940.

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

Distrito criado com a denominação de São Sebastião do Turvo, por Lei no 663, de 06 de setembro de 1899, no Município de Jaboticabal.
Tomou a denominação de Urupi, por Lei no 1493, de 29 de dezembro de 1915.
Passou a denominar-se Vila Paraíso, pelo Decreto no 6034, de 17 de agosto de 1933.
Decreto no 6977, de 07 de março de 1935, transfere o Distrito de Vila Paraíso do Município de Jabuticabal para o Município de Pirangi.
Decreto Estadual no 9775, de 30 de novembro de 1938, passou a denominar-se Paraíso. Em 1939-1943, o Distrito de Paraíso figura no município de Pirangí.
A mudança do topônimo, de Vila Paraíso para Paraíso, foi estabelecida pelo Decreto Estadual nº 11069, de 04 de maio de 1940, baixado em virtude do Decreto-lei Federal nº 2104, de 02 de abril de 1940.
Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Distrito de Paraíso permanece no município de Pirangi, assim como no fixado pela Lei nº 233, de 24-XII-1948, para 1949-1953.
Elevado à categoria de município com a denominação de Paraíso, por Lei Estadual nº 2456, de 30 de dezembro 1953, desmembrado de Pirangi. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 01 de janeiro de 1955.
Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído do Distrito Sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.

Fonte: Biblioteca IBGE

ITAJOBI
Histórico

Em 22 de junho de 1884, Inácio Nantes da Costa e sua mulher, oficializaram a doação de "quarto de légua em quadra" a Nossa Senhora Aparecida, para formação de um patrimônio em seu louvor, na fazenda Campo Alegre.
O patrimônio iniciava próximo da confluência do córrego do Papagaio com Monjolinho, limitando-se a grosso modo, com os córregos da Cisterna e da Queixada, que hoje correm na periferia da cidade.
Com a colaboração das famílias Ferreira de Toledo, Costa Ribeiro, Cardoso de Matos, Machado de Oliveira, Ribeiro Ferraz, Machado Magalhães, Tripeno e Sene, foi construída a capela dedicada à Santa padroeira.
Em 1894 foram chegando novos moradores, principalmente emigrantes Italianos, Alemães e Sírios, que impulsionaram a agricultura e o comércio.
O Distrito de Paz foi criado em agosto de 1906, alterando-se-lhe o nome de Campo Alegre das Pedras para Itajobi, que segundo Theodoro Sampaio vem do tupi, " itá- jubi", que significa " pedra deitada".
Sua elevação a Município deu-se em outubro de 1918, abrangendo naquela época os territórios de Mundo Novo (hoje Município de Urupês), Roberto (atualmente anexado ao Município de Pindorama) e Marapuama, que conserva como Distrito de Itajobi.

Gentílico: itajobiense

Formação Administrativa
Distrito criado e a denominação de Itajubi, por lei estadual nº 993, de 02-08-1906, com sede em Campo Alegre das Pedras, subordinado ao município de Itápolis.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, "Itajubi" figura como distrito do município de Itápolis.
Elevado a categoria de município com a denominação de Itajubi, por lei estadual no 1604, de 26-10-1918, desmembrado de Itapólis. Sede no antigo distrito Itápolis. Constituído do distrito sede.
Instalado em 05-04-1919.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Itajubi é constituído do distrito sede.
Pelo decreto nº 6638, de 31-08-1934, é criado o distrito de Vila Robert e anexado ao município de Itajubi.
Pela lei nº 2569, de 13-01-1936, é criado o distrito de Marapuama e anexado ao município de Itajubi.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído de 3 distritos: Itajubi, Marapuama e Vila Robert.
Pelo decreto-lei estadual nº 9073, de 31-03-1938, o município está grafado Itajobi e os distritos Marapoama ex-Marapuama Vila Roberto ex-Vila Robert.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município de Itajobi é constituído de 3 distritos de Itajobi, Marapoama Vila Roberto e pertence ao termo e comarca de Santa Adélia. Pelo decreto-lei estadual no 14334, de 30-11-1944, transfere o distrito de Roberto do município de Itajobi para o de Pindorama.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 2 distritos: Itajobi e Marapoama, e pertence ao termo e comarca de Santa Adélia.
Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Itajobi e Marapoama.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 18-VIII-1988.
Pela lei complementar no 02, de 24-10-1991, é criado o distrito de Nova Cardoso e anexado ao município de Itajobi.
Pela lei estadual no 7644, de 30 de dezembro de 1991, desmembra do município de Itajobi o distrito de Marapoama.
Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído de 2 distritos Itajobi e Nova Cardoso.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-V-2001.
Alteração toponímica municipal Itajubi para Itajobi, teve sua grafia alterado, por força do decreto-lei estadual no 9073, de 31- 03-1938.

Fonte: biblioteca.ibge.gov.br

MARAPOAMA
O distrito de Marapoama foi criado recentemente, em 13 de janeiro de 1936, em território pertencente ao município de Itajobi. Consolidou sua emancipação política em 30 de dezembro de 1991, quando tornou-se município.

CAJOBI
Cortado pelo rio Turvo, o território do atual Município teve o povoamento iniciado nos primeiros anos deste século, em terras da fazenda Bebedouro do Turvo, do posseiro Manoel Antônio do Espírito, cujos herdeiros venderam parte a diversos povoadores.
Deste, o mineiro Misael Anacleto de Souza, adquiriu terras da fazenda, resolvendo formar um novo patrimônio entre os córregos Ribeirãozinho e Coqueiros. Nesse local construiu a sua casa de pau-a-pique e uma capela, que passou a constituir o centro de encontro de outros povoadores.
No entanto, por estar a área escolhida por Misael para a formação da povoação, fora de sua fazenda, em 1901, os proprietários, José da Silva Ramos e sua mulher Maria Virgínia do Rosário, fizeram doação de 17 alqueires de terra para o patrimônio, sob invocação de Nossa Senhora da Abadia do Bebedouro Turvo.
Em 1904, José Antônio Martins, sua mulher Maria Theodora da Conceição e ainda José da Silva Ramos fizeram nova doação de terras, 15 alqueires, ao patrimônio, com a condição de que seu nome fosse alterado para Monte Verde.
Em 1913, foi mudado o nome para Cajobi, que no tupi "caobi", significa "monte verde".
Em 1908, a povoação de Monte Verde foi elevada a Distrito de Paz.
A capela curada de Nossa Senhora da Abadia de Cajobi foi instalada em 1916, com a posse de seu primeiro padre, Frei Tomaz Sarnago.
No período 1910-1922, inauguraram-se a primeira escola, telefone, matadouro municipal, correios e a luz elétrica. A emancipação política deu-se em 1926.

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

Em divisão administrativa do Brasil referente ao ano de 1911, figura no Município de Barretos o Distritos de Monte verde, criado por Lei Estadual n.º 1139, de 31 de outubro de 1908. Por esta mesma Lei foi elevado a Vila. Tomou o nome de Cajobi por Lei Estadual n.º 1404, de 23 de dezembro de 1913.
Transferido do Município de Barretos para o de Olímpia por Lei Estadual n.º 1571, de 7 de dezembro de 1917.
Elevado à categoria de Município pela Lei Estadual n.º 2189, de 30 de dezembro de 1926. Desmembrado do Município de Olímpia. Sua instalação verificou-se no dia, 24 de março de 1928. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Cajobi compõe-se de 2 Distritos: Cajobi e Marcondésia.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual n.º 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Cajobi pertence ao termo judiciário de Olímpia, da comarca de Olímpia, e se divide em 2 Distritos: Cajobi e Marcondésia.
Pelo Decreto Estadual n.º 9775, de 30 de novembro de 1938, o Município de Cajobi adquiriu o Distrito de Albuquerque, do Município de Pirangí. Perdeu o Distrito de Marcondésia para o Município de Monte Azul.
Em 1939-1943, o Município de Cajobi é composto dos Distritos de Cajobi e Albuquerque, e pertence ao termo de Olímpia, da comarca de Olímpia.
Em virtude do Decreto-lei Estadual n.º 14334, de 30-XI-1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-48, o Município de Cajobi ficou composto dos Distritos de Cajobi e Embaúba, e pertence ao termo e comarca de Olímpia.
Permanece composto dos Distritos de Cajobi e Embaúba, comarca de Olímpia, no quadro fixado pela Lei Estadual n.º 233, de 24-XII-1948 para 1949-53. Constituído dos Distritos de Cajobi, Embaúba e Monte Verde Paulista, comarca de Olímpia, no quadro fixado pela Lei Estadual n.º 2456, de 30-XII-1953 para o período 1954-58. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

GENTÍLICO: CAJOBIENSE.

Fonte: Biblioteca IBGE

ARIRANHA
A povoação de São João do Ariranha, fundada por Januário D'Antônio, em 1892, constituiu o seu patrimônio por doação de terras do Próprio fundador e de Vicente Alves, Barbara de Siqueira, Máxima Beralda de Jesus, João Lopes de Abreu e Luiz Ricardo da Fonseca.
A antiga povoação localizava-se nas proximidades do córrego Ariranha, afluente do Ribeirão da Onça e daí decorre o topônimo Ariranha, que no tupi, ïrára-ana", significa "parecido com irara", um carnívoro da mesma espécie das lontras.
No início, era apenas um pouso de tropeiros, no local chamado Três Marias, ao lado do qual foi construída uma capela e um cruzeiro de madeira. Aos poucos, foram surgindo novas construções, desenvolvendo-se o povoado.
Em novembro de 1907 foi criado o Distrito de Paz, no município de Monte Alto, já com o nome de Ariranha.

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

Distrito criado com a denominação de Ariranha, por Lei Estadual nº 1104, de 30 de novembro de 1907, no Município de Monte Alto.
Em divisão administrativa do Brasil referente ao ano de 1911, figura no Município de Monte Alto o Distrito de Ariranha.
Elevado à categoria de município com a denominação de Ariranha, por Lei Estadual nº 1623, de 20 de dezembro de 1918, desmembrado de Monte Alto. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 10 de abril de 1919.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Ariranha compõe-se do Distrito Sede.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Ariranha pertence ao termo judiciário de Catanduva, da comarca de Catanduva, e se compõe do Distrito Sede.
No quadro fixado pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1943, o Município de Ariranha é Constituído do Distrito Sede.
Em virtude do Decreto-lei Estadual nº. 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Ariranha ficou composto dos Distritos de Ariranha e Jaguateí, assim permanecendo nos quadros fixados pelas Leis nos 233, de 24-XII-1948 e 2456, de 30-XII-1953 para vigorar, respectivamente, nos períodos 1949-1953 e 1954-1958, comarca de Santa Adélia.
Em divisão territorial de 01-VII-1960, o município é formado de 2 Distritos: Ariranha e Palmares Paulista (ex-Jaguateí) . permanecendo na comarca de Santa Adélia.
Lei Estadual nº 8092, de 28 de fevereiro de 1964, desmembra do Município de Ariranha o Distrito de Palmares Paulista (ex-Jaguateí).
Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído do Distrito Sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1997.

GENTÍLICO : ARIRANHENSE

Fonte: Biblioteca IBGE

SALES
Penetrando pelo antigo caminho aberto por ocasião da Guerra do Paraguai, pelas forças Imperiais, em 1918 a família Boava se instalou na margem direita do córrego do Cervinho, afluente do rio Tietê, numa região ainda dominada pela mata virgem.
Logo a seguir vieram os colonizadores e suas famílias, como os Moreira Luiz, Mendes Fernandes, Zezé Paulino, Cezário José Castilho, José Alves de Lima, Vigilato Alves de Moura, Evaristo Machado de Oliveira, Pedro Domingues da Silva, Maria Leopoldina e outros que, após a derrubada da mata, implantaram suas fazendas.
Em 1919, proveniente de Barretos, Ramilo sales adquiriu a fazenda Bebedouro, de propriedade de Pedro Domingues da Silva e, em 1922, também adquiriu de Maria Leopoldina uma área, de 16 alqueires, localizada entre o córrego do Cervinho e o rio Cubatão, em Barra Mansa, onde traçou arruamento, levantou um cruzeiro e uma capela em louvor a São Benedito, em torno da qual se formou o povoado de " Capoeirinha".
Criado O Distrito de Paz , em 1921, no Município de Novo Horizonte, teve o nome alterado para Vila Sales, em homenagem a seu fundador.
Em 1944, foi reduzido para Sales.

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

Antigo Distrito de Vila Sales, do Município de Novo Horizonte, e que pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, passou a denominar-se Sales.
Em 1939-1943, o Distrito de Sales figura no Município de Novo Horizonte a mudança de topônimo, de Vila Sales, foi estabelecida pelo Decreto Estadual nº 11069, de 4 de maio de 1940, baixado em virtude do Decreto-lei Federal nº 2104, de 2 de abril de 1940.
Pelo Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, o Distrito de Sales foi transferido do Município de Novo Horizonte para o Novo Município de Irapuã, onde figura em 1945-1948, voltando novamente para Novo Horizonte por força da Lei nº 233, de 24-XII-48, que fixou o quadro territorial para 1954-58.
Elevado à categoria de Município pela Lei Estadual nº 5285, de 18 de fevereiro de1959, desmembrado do Município de Novo Horizonte, e parte do Município de Irapuã, com sede no Distrito de Sales. Constituído do Distrito sede. Sua Instalação verificou-se no dia, 01 de janeiro de 1960. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01-VII-1960.

GENTÍLICO: SALENSE

Fonte : biblioteca ibge

URUPÊS
Quando Manoel Correia e Antônio Feliciano Junior chegaram em 1890 na região à margem esquerda do rio do cubatão em Barra mansa, já encontraram diversos moradores dispersos, como Joaquim Lourenço de Matos, João da mata, Pedro Camilo, Inocêncio de Assis Correia, Joquim Candido Ribeiro, Orestes da Silva Rosa, Francisco Moreira de Freitas, Joaquim Machado Folemberg, Horta Barbosa, Primo Borgui, Domingos Logulo, Francisco Caetano de Souza, Abrão Calil, Joao Antônio de Paula e Pedro Romero.
Em 1913, Maria Cadoso e seu filho Bernardino Cardoso, antigos proprietários, doaram 40 alqueires de terras para constituição de um patrimônio, onde foi construída a capela em louvor a São Lourenço.
O desenvolvimento do núcleo deu-se principalmente em função da economia cafeeira, após o loteamento, criando-se o Distrito de Paz em outubro de 1921, com a denominação de Mundo Novo, na margem esquerda do córrego do mesmo nome.
O topônimo Mundo Novo, mais tarde foi estendido a um novo tipo de café, disseminado por todo o Estado pelas suas excelente qualidade, aprovadas pelo Instituto Agronô0mico de Campinas.
Em setembro de 1928, foi elevado a Município, tendo o nome alterado em novembro de 1944 para "Urupês", que no tupi significa um tipo de cogumelo ou "orelha de pau".

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

Distrito criado com a denominação de Mundo Novo, por Lei Estadual no 1787-B, de 30 de setembro de 1921, no Município de Itajobi.
Elevado à categoria de Município com a denominação do Mundo Novo, por Lei Estadual no 2286, de 24 de setembro de 1928, desmembrado de Itajobi. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 16 de janeiro de 1929.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Mundo Novo figura com o Distrito Sede.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-19378, bem como no quadro anexo ao Decreto-Lei Estadual no 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Mundo Novo pertence ao têrmo judiciário de Itápolis, da comarca de Itápolis, e figura com 1 só Distrito, Mundo Novo.
No quadro fixado, pelo Decreto Estadual no 9775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1943, o Município de Mundo Novo é composto de 1 único Distrito: Mundo Novo e pertence ao têrmo de Novo Horizonte, da comarca de Novo Horizonte.
Decreto-lei Estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944, o Município e o Distrito de Mundo Novo passaram a denominar-se Urupês.
No quadro fixado, pelo referido decreto-lei, para vigorar em 1945-1948, o Município de Urupês ficou composto de 1 único Distrito, Urupês e pertence ao têrmo e comarca de Novo Horizonte, bem como fixado pela lei no 233, de 24-XII-1948, para 1949-53.
Aparece no quadro fixado pela Lei no 2456, de 30-XII-53 para 1954-58, composto dos Distritos e Urupês e São João de Itaguaçu, comarca de Novo Horizonte.
Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o Município de Urupês é constituído de 2 Distritos: Urupês e São João de Itaguaçu.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1997.

ALTERAÇÕES TOPONÍMICAS MUNICIPAIS

Mundo Novo para Urupés, teve sua denominação alterada por força do Decreto-Lei Estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944.

GENTÍLICO: URUPEENSE

Fonte: Biblioteca IBGE

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
Fundada em 19 de Março de 1852, sua história inicia-se com o desbravamento e a ocupação do solo do sertão paulista em meados do século 19. A partir de 1840, mineiros fixaram-se e deram início à exploração agrícola e a criação de animais domésticos.
Em 1852, Luiz Antônio da Silveira doou parte de suas terras ao seu santo protetor, São José, para que o patrimônio desse origem a uma cidade. A 19 de março de 1852, João Bernardino de Seixas Ribeiro (é o fundador de São José do Rio Preto), que já tinha construído uma casa de sapé nas terras do patrimônio, liderou os moradores das vizinhanças que ergueram um cruzeiro de madeira e edificaram uma pequena capela para as funções religiosas. Em 20 de março de 1855, o então Bairro de Araraquara foi elevado à categoria de Distrito de Paz e de Polícia.
Em 1867, o Visconde de Taunay, ao retornar da Guerra do Paraguai, pernoita no vilarejo e registra em seu diário o estado precário em que o mesmo se encontra. No dia 21 de março de 1879, quando fazia parte do município de Jaboticabal, a capela de São José é elevada à Freguesia.
Em 19 de julho de 1894, São José do Rio Preto é desmembrada de Jaboticabal, transformando-se em Município, pela Lei n° 294. Era um imenso território, limitando-se nos rios Paraná, Grande, Tietê e Turvo, com mais de 26 mil km² de superfície.
Em 1904 (lei n° 903) é criada a comarca de Rio Preto. A partir de 1906 a cidade tem seu nome reduzido para Rio Preto. Somente em 1945 retoma o nome original de São José do Rio Preto. Com a chegada da Estrada de Ferro Araraquarense (EFA), em 1912, a cidade assume o seu destino de pólo comercial de concentração de mercadorias produzidas no então conhecido "Sertão de Avanhandava" e de irradiação de materiais vindos da capital.
Foram três os líderes que se destacaram na criação do município: Pedro do Amaral Campos, João Bernardino de Seixas Ribeiro e Adolfo Guimarães Correia.
A origem do nome do município vem da junção do padroeiro da cidade, São José e do rio que corta o município, o Rio Preto.
O primeiro prefeito, Luiz Francisco da Silva ( 27/11/1894 a 15/07/1895), à época Intendente, foi nomeado em 1894.
O Aniversário de São José do Rio Preto é comemorado em 19 de Março.

Fonte: PM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

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