Catanduva, quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Política e Economia

Catanduva Cai no Índice de Efetividade da Gestão Municipal do TCE

Em 2014 a cidade ficou com nota B+ (muito efetiva) e em 2015 caiu para B (efetiva)

publicado em 30/11/2016 às 07:45

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CATANDUVA cai em indicador de gestão do Tribunal de ContasContas

CATANDUVA cai em indicador de gestão do Tribunal de ContasContas

Nathália Silva
Da Reportagem Local

Catanduva caiu no Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM) medido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Enquanto que em 2014 a cidade tinha nota B+ no ranking, atribuída a municípios com índice muito efetivo, em 2015 caiu para a nota B destinada a cidades com efetiva gestão. Os dados foram divulgados no último final de semana.
O IEGM analisa uma série de indicadores distribuídos por seis áreas de governo: educação, saúde, planejamento, fiscal, meio ambiental, cidades e governança e tecnologia. O resultado das análises desses indicadores gera o IEGM. De acordo com os dados divulgados pelo TCE, Catanduva caiu em dois indicadores. Em educação a cidade tinha o melhor conceito em 2014 que é atribuído a cidades consideradas “altamente efetivas”. Em 2014 a cidade teve nova A e no ano seguinte caiu para B+. Nesta área são analisadas questões como a estrutura da rede de educação, avaliação escolar, conselho e plano municipal de educação, qualificação de professores, transporte escolar, quantitativo de vagas, material e uniformes escolares.
No indicador relativo à gestão fiscal, a cidade caiu da nota B (efetiva) para C+ (em fase de adequação). O quesito, segundo o TCE, avalia o resultado da “execução financeira e orçamentária, as decisões em relação à aplicação de recursos vinculados, da transparência da administração municipal, e da obediência aos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal”.
Em quatro dos indicadores a cidade preservou o mesmo desempenho da análise de 2014. Em três deles, saúde e cidade, a nota permaneceu A (altamente efetiva). Já em planejamento a cidade manteve a pior nota, C, que é considerada como “baixo nível de adequação”.
Estes indicadores levam em conta, dentre outros aspectos, campanhas de vacinação e de orientação à população no caso da saúde, e a defesa dos cidadãos com ações preventivas no indicado denominado cidade. Já no índice de planejamento, o documento “verifica a consistência entre o que foi planejado e o efetivamente executado”, além de “resultados alcançados por ações”.
Outra nota mantida é o B+ do índice de governança e tecnologia da informação. O indicador procura avaliar a utilização de “políticas de uso de informática, segurança da informação, capacitação do quadro de pessoal e transparência”.
Em um dos sete índices temáticos, a cidade apresentou desenvolvimento. Trata-se do índice de meio ambiente que avalia o impacto de ações relacionadas aos resíduos sólidos, educação ambienta e conselho de meio ambiente. Em 2014 a nota da cidade neste índice era B+ e neste relatório saltou para A.
A reportagem de O Regional questionou a prefeitura sobre como avalia os resultados. Até o fechamento da matéria, às 17:30 horas, não recebemos resposta.
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